Com D.João III de Portugal fundou-se o estabelecimento de Capitanias Hereditárias no magno império colonial brasileiro.
D.João III era casado com Catarina de Áustria, irmã do Imperador Carlos V, pai de Felippe II, nascido em Gent na Bélgica.
A colonização começa a efetuar-se a partir de 1530.
Com esta medida o Brasil passa a constituir-se - apesar de dividido em 12 capitanias - em quatro grandes células fundamentais, a saber:
Pernambuco - cujo núcleos secundários seriam Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Alagoas;
Bahia - que absorve Ilhéus, Porto Seguro e Sergipe.;
São Paulo - que envolve todo o oeste com os bandeirantes, Goiás, Minas e Mato-Grosso; e
Rio - que em luta com os espanhóis faz nascer, e já tarde, as capitanias do extremo sul.
Maranhão ou Pará gera unidades administrativas do extremo norte e sempre viveu separada do Brasil e até pelos portugueses lhe foi lembrado no tempo da independência que poderia manter,como um novo Canadá, o lealismo à Coroa.
A Capitania de Pernambuco que compreendia 60 léguas de terra entre o Rio São Francisco e o de Santa Cruz de Itamaracá, foi doada a Duarte Coelho, a 10 de abril de 1534.
Segundo Sebastião da Rocha Pitta "desembarcando achou tão rija oposição e porfia nos Gentios da Nação Caetés, que... lhe foi necessário ir ganhando a palmos o que se lhe concedera a léguas..."
O primeiro estabelecimento fundado no território alagoano foi a atual cidade de Penedo, entre 1522 e 1535, segundo o Dr. Thomaz do Bomfim Espíndola, ou em 1558 segundo o Dr. Manoel Diegues Júnior.
Em 1549 creou-se, com Thomé de Souza, o 1º Governo Geral do Brasil.
Em 1557 faleceu o donatário da Capitania de Pernambuco sucedendo-lhe seu filho Duarte Coelho de Albuquerque ,que por estar estudando em Lisboa deixa o governo de sua feitoria entregue à sua mãe D. Brites de Albuquerque, irmã de Jerônimo de Albuquerque, o torto e de Isabel de Albuquerque casada com Dom Felipe de Moura.
Na ausência do segundo donatário coube a seu tio Jerônimo de Albuquerque, o comando das tropas que vieram até Penedo, batendo os autóctones, numa fúria louca, aos impulsos de um ódio desabrido,que culminaria com o édito régio no qual se decretava o cativeiro dos índios.
Em 1560, reinando D. Catarina, regressou ao Brasil, Duarte Coelho de Albuquerque, que teve de enfrentar (1561) os franceses aparecidos no Recife donde seguiram rumo ao sul.
D. Brites de Albuquerque vem a falecer em 1575 sendo substituída por seu irmão Jerônimo de Albuquerque.
Por volta de 1575 o alemão Christóvão Lins lançava os fundamentos de Porto Calvo, conquistando as suas terras aos Potiguares e erigindo até ao Cabo de Santo Agostinho sete engenhos de fabricar açúcar e uma igreja para o culto da Imaculada.
No final do século XVI início do XVII Diogo Soares da Cunha, por seus procuradores, começa a erigir a povoação de Magdalena de Subaúma, hoje cidade das Alagoas.
Em Alcacerquibir faleceu Duarte Coelho de Albuquerque sendo sucedido por seu irmão Jorge de Albuquerque ao tempo da dominação espanhola.
Continua na gestão da capitania seu tio Jerônimo de Albuquerque.
Em 1580, Simão Rodrigues Cardoso;
Em 1592, Pedro Homem de Castro;
Em 1593, Dom Felipe deMoura;
Em 1596, Manoel Mascarenhas Homem.
Tiveram sucessivamente, por investidura do donatário da respectiva capitania, a direção da mesma.
Foi uma das mais prósperas tendo no fim do século XVI segundo Oliveira Martins - O Brazil e as Colônias, p. 42 - 700 colonos em Olinda; 50 engenhos de açúcar com 1200 colonos e 5000 negros, produzindo 200 000 arrobas.
A Guerra Holandesa
Depois de Manoel Mascarenhas Homem, último governador que no século XVI teve a Capitania de Pernambuco e sem contar o Bispo Antonio Barreiros e o vereador mais velho da câmara de Olinda, Duarte de Sá, que governaram o território enquanto o seu gestor partia para o Rio Grande do Norte como intuito de expulsar os franceses, foi a mesma região dirigida por Alexandre de Moura, que o substituiu em 1610, passando o poder sucessivamente a Gaspar de Souza (1613), Vasco de Souza Aune e Pacheco (1615) e João Paes Barreto.
Morrendo o terceiro donatário Jorge de Albuquerque Coelho, tomou posse por procuração, seu filho - Duarte de Albuquerque - 4º donatário, em seu nome governando ( 1620-1626) seu irmão Mathias de Albuquerque e depois André Dias da Franca, último representante dos donatários. Foi durante o governo de Mathias de Albuquerque que começou a guerra holandesa.
Só a 21 de setembro de 1631 é que começou a se ferir a luta no território alagoano.
Nesse dia entrou Bagnuolo com 10 caravelas na Barra Grande onde saltaram 700 homens mandados por Oquendo para que fossem transportados até ao Arraial do Bom Jesus, onde era oposta aos holandeses uma resistência verdadeiramente heróica e sobrehumana.
Nessa fase tinha Alagoas as três povoações seguintes:
Penedo, Magdalena e Porto Calvo.
Domingos Fernandes Calabar, mulato, filho de Ângela Álvares e natural de Porto Calvo, tinha no exército comandado por Mathias de Albuquerque, um modesto posto e recebera um honroso ferimento.
Por motivos até hoje ainda não elucidados Calabar, grande conhecedor do lugar, bandeou-se para os holandeses guiando-os vantajosamente à Victória em alguns encontros.
Em 30 de abril de 1632 guia o desertor Calabar os holandeses numa investida contra Igarassú, coroada do maior êxito.
A Companhia das Índias Ocidentais envia reforços para o Brasil dando-se em seguida o assalto e tomada do forte do Rio Formoso e depois contra o Arraial do Bom Jesus.
Com a morte do holandês Rembach no campo de luta Calabar transporta a campanha para Alagoas.
À frente de 400 homens embarcados em seis navios e oito barcaças velejou para sua terra trazendo o desígnio de apoderar-se de Porto de Pedras e de Porto Calvo.
Em sua derrota entrou pelo rio Manguaba, onde incendiou três embarcações portuguesas, degolou moradores, saqueou e aprisionou alguns homens tendo incendiado mais duas caravelas no Rio Formoso.
A 11 de outubro de 1632 desembarcavam 600 homens na Barra Grande marchando para Porto Calvo tudo sob orientação de Calabar.
Em Camaragibe roubaram gado e levaram tudo a ferro e fogo.
No Porto do Francês, em Alagoa do Sul ou Magdalena fizeram atrozes pilhagens.
Em Santa Luzia do Norte encontram a repulsa heróica de Antonio Lopes Filgueira ,morto de ferimentos na luta.
Continuando os holandeses depois de três meses de cerco, tomaram Nazareth e o Campo do Bom Jesus. Em seguida Mathias de Albuquerque ordenou a Bagnuolo que seguisse para Porto Calvo, o que foi realisado.
Deu-se, então, um dos mais tocantes episódios da invasão holandesa no Brasil.
8000 pessoas acompanharam o caudilho pernambucano, através de ásperos e sinuosos caminhos, deixando os lares e pertences, dominados de apreensões, mágoas e pavores.
Em Porto Calvo auxiliado por Sebastião de Souto, que estava com os holandeses, porém passou-se para as fileiras portuguesas,tentou o chefe português, assalto da praça, que se verificou como o mais feliz êxito no dia 12 de julho de 1635, sobressaindo-se entre os combatentes pelo seu grande valor D. Fernando de La Riba Aguero, D.Pedro Tavoro Soto-Maior, Affonso de Albuquerque, Fernando Barbosa, D.João de Estrada e D.Fernando Alvorado de Mendonça.
Alegre pelo resultado de sua empresa Mathias de Albuquerque denominou de Bom Sucesso.
Capitulando os holandeses e depois de alguma relutância foi entregue Calabar à vindicta portuguesa que se exteriorisou enforcando e esquartejando o mameluco desertor.
Realizou-se sua morte no dia 22 de julho de 1635.
Os holandeses retiraram-se para a Bahia e dali para a Holanda com seus pertences.
Apesar dos grandes serviços de Mathias de Albuquerque , as intrigas de Olivares o fizeram cair no desagrado Real, sendo Rojas y Borja incumbido de sucede-lo.
No dia 30 de novembro de 1635 chega Rojas y Borja ao porto de Jaraguá comum reforço de 1700 homens embarcados em 30 navios.
Em 1711 Alagoas é elevada à Comarca de Pernambuco.
1º - José de A. Cunha Soares - 1712-1715
2º - João Vilela de Amaral - 1715-1718
3º - Manoel de Almeida Mattoso - 1723-1725
4º- Carlos Pereira Pinto - 1725-1729
5º - Antonio Rebello Leite - 1730-1734
6º - João Gomes da Silva Agala - 1734-1739
7º - José Gregório Ribeiro - 1739-1745
8º - Antônio José Muniz - 1745-1748
9º - Antonio José Pereira Barroso - 1749-1755
Interrupção de 28/11/1755 a abril de 1756 - Cap. Geral de PE - Luiz José Gomes de Sá
10º - Manoel Gouvêa Álvares - 1756-1765
11º - Francisco Manoel - 1765-1770
12º - Diogo Soares Tangil - 1772-1776
13º - Francisco Nunes da Costa - 1777-1779
14º - José de Mendonça Mattos Moreira 1779-1798
15º - Manoel Joaquim Pereira de Mattos Castelo Branco 1798-1803
16º - José dos Santos Pereira de Mattos 1803-1807
17º - Joaquim José de Castro 1807-1810
18º - Antonio José Ferreira Batalha 1810-1819
Presidentes da Província de Alagoas (1868-1889)
José Bento da Cunha Figueiredo Junior
Silvério Fernandes de Araújo Jorge
Silvino Elvídio Carneiro da Cunha
Luiz Rômulo Peres de Moreno
João Vieira de Araújo
João Thomé da Silva
Caetano Estellita Cavalcanti Pessoa
Pedro Antonio da Costa Moreira
Luiz Eugenio Horta Barbosa
Pedro Antonio da Costa Moreira
Antônio dos Passos de Miranda
Thomaz do Bomfim Espindola
Francisco de Carvalho Soares Brandão
José Torquato de Araújo Barros
Cincinato Pinto da Silva
Hermelindo Acióli de Barros Pimentel
José Eustáquio Ferreira Jacobina
Candido Emygdio Pereira Lobo
José Barbosa Torres
Candido Emygdio Pereira Lobo
Euthiquió Carlos de Carvalho Gama
Joaquim Tavares de Mello Barreto
Euthiquió Carlos de Carvalho Gama
Henrique de Magalhães Sales
Euthiquió Carlos de Carvalho Gama
José Bento Vieira Barcellos
Antônio Tibúrcio Figueira
Amphilophio Botelho Freire de Carvalho
Geminiano Brasil de Oliveira Góes
José Moreira Alves da Silva Abreu
Antonio Caio da Silva Prado
Manoel Gomes Ribeiro
José Cesário de Miranda Monteiro de Barros
Aristides Augusto Milton
Manoel Messias de Gusmão Lyra
Manoel Victor Fernandes de Barros
| nº | Nome | início do mandato | fim do mandato |
| 1 | Aureliano Augusto de Azevedo Pedra Manuel Ribeiro Barretos de Meneses Ricardo Brenand Monteiro |
18 de novembro de 1889 | 21 de novembro de 1889 |
| 2 | Tibúrcio Valério de Araújo | 21 de novembro de 1889 | 2 de dezembro de 1889 |
| 3 | Pedro Paulino da Fonseca | 2 de dezembro de 1889 | 18 de dezembro de 1890 |
| 4 | Manuel de Araújo Góis | 18 de dezembro de 1890 | 12 de junho de 1891 |
| 5 | Pedro Paulino da Fonseca | 12 de junho de 1891 | 14 de junho de 1891 |
| 6 | Manuel de Araújo Góis | 14 de junho de 1891 | 23 de novembro de 1891 |
| 7 | José Correia Teles Manuel Ribeiro Barreto de Meneses Jacinto de Assunção Pais de Mendonça Carlos Jorge Calheiros de Lima |
23 de novembro de 1891 | 28 de novembro de 1891 |
| 8 | Manuel Gomes Ribeiro | 28 de novembro de 1891 | 24 de abril de 1892 |
| 9 | Gabino Susano de Araújo Besouro | 24 de abril de 1892 | 16 de junho de 1894 |
| 10 | Manuel Sampaio Marques José Tavares da Costa Francisco Soares Palmeira |
16 de junho de 1894 | 17 de julho de 1894 |
| 11 | Tibúrcio Valeriano da Rocha Lins | 17 de julho de 1894 | 17 de outubro de 1894 |
| 12 | Manuel Gomes Ribeiro | 17 de outubro de 1894 | 14 de janeiro de 1896 |
| 13 | José Vieira Peixoto | 14 de janeiro de 1896 | 12 de junho de 1897 |
| 14 | Manuel José Duarte | 12 de junho de 1897 | 12 de junho de 1899 |
| 15 | Francisco Manuel dos Santos Pacheco | 12 de junho de 1899 | 12 de junho de 1900 |
| 16 | Euclides Vieira Malta | 12 de junho de 1900 | 12 de junho de 1903 |
| 17 | Joaquim Paulo Vieira Malta | 12 de junho de 1903 | 12 de junho de 1906 |
| 18 | Euclides Vieira Malta | 12 de junho de 1906 | 3 de junho de 1909 |
| 19 | José Miguel de Vasconcelos | 3 de junho de 1909 | 12 de junho de 1909 |
| 20 | Macário das Chagas Rocha Lessa | 12 de junho de 1909 | 12 de junho de 1912 |
| 21 | Clodoaldo da Fonseca | 12 de junho de 1912 | 12 de junho de 1915 |
| 22 | João Batista Acioli Júnior | 12 de junho de 1915 | 12 de junho de 1918 |
| 23 | José Fernandes de Barros Lima | 12 de junho de 1918 | 1 de maio de 1921 |
| — | Manuel Capitolino da Rocha Carvalho | 1 de maio de 1921 | 12 de junho de 1921 |
| 24 | José Fernandes de Barros Lima | 12 de junho de 1921 | 12 de junho de 1924 |
| 25 | Pedro da Costa Rego | 12 de junho de 1924 | 7 de junho de 1928 |
| — | José Júlio Cansanção | 7 de junho de 1928 | 12 de junho de 1928 |
| 26 | Álvaro Correia Pais | 12 de junho de 1928 | 10 de outubro de 1930 |
| 27 | Hermilo de Freitas Melro | 14 de outubro de 1930 | 9 de agosto de 1931 |
| 28 | Luís de França Albuquerque | 9 de agosto de 1931 | 31 de outubro de 1931 |
| 30 | Tasso de Oliveira Tinoco | 31 de outubro de 1931 | 25 de outubro de 1932 |
| 31 | Luís de França Albuquerque | 25 de outubro de 1932 | 10 de janeiro de 1933 |
| 32 | Francisco Afonso de Carvalho | 10 de janeiro de 1933 | 2 de março de 1934 |
| 33 | Temístocles Vieira de Azevedo | 2 de março de 1934 | 1 de maio de 1934 |
| 34 | Osman Loureiro de Farias | 1 de maio de 1934 | 26 de março de 1935 |
| 35 | Edgar de Góis Monteiro | 26 de março de 1935 | 10 de maio de 1935 |
| — | Benedito Augusto da Silva | 10 de maio de 1935 | 27 de maio de 1935 |
| 36 | Osman Loureiro de Farias | 27 de maio de 1935 | 31 de outubro de 1940 |
| 37 | José Maria Correia das Neves | 31 de outubro de 1940 | 1 de fevereiro de 1941 |
| 38 | Ismar de Góis Monteiro | 1 de fevereiro de 1941 | 10 de novembro de 1945 |
| 39 | Edgar de Góis Monteiro | 10 de novembro de 1945 | 18 de dezembro de 1945 |
| 40 | Antonio Guedes de Miranda | 10 de novembro de 1945 | 26 de março de 1947 |
| 41 | Silvestre Péricles de Góis Monteiro | 29 de março de 1947 | 31 de janeiro de 1951 |
| 42 | Arnon Afonso de Farias Melo | 31 de janeiro de 1951 | 31 de janeiro de 1956 |
| 43 | Sebastião Marinho Muniz Falcão | 31 de janeiro de 1956 | 31 de janeiro de 1961 |
| 44 | Luís de Sousa Cavalcanti | 31 de janeiro de 1961 | 31 de janeiro de 1966 |
| 45 | João José Batista Tubino | 31 de janeiro de 1966 | 15 de agosto de 1966 |
| 46 | Antônio Semeão de Lamenha Filho | 15 de agosto de 1966 | 15 de março de 1971 |
| 47 | Afrânio Salgado Lages | 15 de março de 1971 | 15 de março de 1975 |
| 48 | Divaldo Suruagy | 15 de março de 1975 | 14 de agosto de 1978 |
| 49 | Ernandes Lopes Dorvillé | 14 de agosto de 1978 | 14 de setembro de 1978 |
| 50 | Geraldo Medeiros de Melo | 14 de setembro de 1978 | 15 de março de 1979 |
| 51 | Guilherme Gracindo Soares Palmeira | 15 de março de 1979 | 15 de março de 1982 |
| 52 | Teobaldo Vasconcelos Barbosa | 15 de março de 1982 | 15 de março de 1983 |
| 53 | Divaldo Suruagy | 15 de março de 1983 | 14 de maio de 1986 |
| 54 | José de Medeiros Tavares | 14 de maio de 1986 | 15 de março de 1987 |
| 55 | Fernando Collor de Mello | 15 de março de 1987 | 14 de maio de 1989 |
| 56 | Moacir Lopes de Andrade | 14 de maio de 1989 | 15 de março de 1991 |
| 57 | Geraldo Bulhões Barros | 15 de março de 1991 | 1 de janeiro de 1995 |
| 58 | Divaldo Suruagy | 1 de janeiro de 1995 | 17 de julho de 1997 |
| 59 | Manuel Gomes de Barros | 17 de julho de 1997 | 1 de janeiro de 1999 |
| 60 | Ronaldo Augusto Lessa Santos | 1 de janeiro de 1999 | 31 de março de 2006 |
| 61 | Luís Abílio de Sousa Neto | 31 de março de 2006 | 1 de janeiro de 2007 |
| 62 | Teotônio Vilela Filho | 1 de janeiro de 2007 | atualidade |
Bibliografia:
Ad. Marroquim. Terra das Alagoas.
Brandão,Francisco Henrique Moreno,1875-1938. Historia de Alagoas. Penedo, Artes Graphicas Typ. E Pautação, 1909.
Costa,Craveiro. Historia das Alagoas. 2ed. São Paulo,Melhoramentos, 1983.
Ribeiro, João. História do Brasil.
Silva, Manoel Moreira e. Physiographia de Alagoas.